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Detetive particular DF: análise ilustrativa de documentos e gráficos para investigação empresarial

INVESTIGAÇÃO CORPORATIVA

Investigação de Funcionários no DF | Atestado Falso e Dupla Jornada

A Detetive Particular DF investiga funcionários no Distrito Federal quando a empresa tem motivo para desconfiar do afastamento, da jornada ou da lealdade de alguém: o atestado de repouso de quem aparece na academia, a licença de quem trabalha em outro lugar no mesmo horário, o vendedor que atende cliente seu por conta própria. O relatório registra fatos em local público e dá ao RH e ao jurídico base para decidir.

R$ 2.000 – 5.000faixa de referência
CLT art. 482justa causa

O que é investigação de funcionários e quando contratar no DF

A maior parte dos afastamentos é legítima, e a investigação só faz sentido quando existe um indício concreto: o funcionário foi visto trabalhando em outro lugar, o atestado tem inconsistência, o padrão de faltas coincide com eventos pessoais, um cliente contou que foi atendido pelo seu vendedor em nome de outra empresa.

A investigação confirma ou descarta a suspeita. Se confirmar, a CLT, art. 482 prevê justa causa para ato de improbidade (alínea a), negociação habitual por conta própria em concorrência com o empregador (alínea c) e desídia (alínea e). Usar atestado médico falso é, além de falta grave, uso de documento falso (Código Penal, art. 304). Se descartar, a empresa evita uma demissão injusta e uma ação trabalhista.

Situações comuns de investigação de funcionários no DF

Atestado de repouso e academia todo dia. O funcionário apresenta atestados longos e é visto, por colegas, treinando ou em outra atividade incompatível. A observação em local público nos horários do afastamento confirma ou descarta.

Licença e trabalho em outra empresa. No comércio de Taguatinga e de Águas Claras, não é raro o funcionário afastado aparecer trabalhando em loja concorrente. O registro com data e hora mostra a dupla jornada.

Técnico que atende cliente por fora. O técnico de campo passa a atender clientes da empresa por conta própria, cobrando mais barato — a hipótese de negociação habitual em concorrência, da CLT, art. 482, c.

O que levar para a primeira conversa

Datas do afastamento e cópia do atestado, endereço e horário de trabalho, o indício concreto que gerou a suspeita e, se houver, o nome da empresa onde o funcionário estaria trabalhando.

Detetive particular DF: relatório ilustrativo com documentos organizados e registros fotográficos
Imagem ilustrativa de investigação particular no DF.

Tipos de investigação de funcionários que atendemos no DF

Atestado médico falso ou incompatível

CP art. 304 · CLT art. 482, a

Dupla jornada durante afastamento

rotina · local de trabalho

Concorrência com o empregador

CLT art. 482, c

Absenteísmo e desídia

faltas e saídas fora do padrão

CLT art. 482, e

Erros que comprometem a investigação de funcionários

  • Investigar sem indício concreto. Vigiar todo mundo "por precaução" pode ser visto como abuso e gera passivo trabalhista.
  • Demitir antes do relatório. Justa causa sem prova vira reversão na Justiça do Trabalho, com verbas e, às vezes, indenização.
  • Comentar com a equipe. O funcionário muda a rotina e o afastamento passa a ser cumprido à risca só durante a investigação.

Investigação de funcionários dentro da lei: CLT, intimidade e Lei 13.432/2017

O que fazemos

  • Observação em via pública e locais abertos ao público, nos horários do afastamento ou da jornada.
  • Registro com data, hora e local.
  • Verificação de formalidades do atestado com fontes públicas (registro do profissional no conselho).
  • Relatório para RH e jurídico.

O que não fazemos

  • Seguir o funcionário em consulta médica, dentro de casa ou em ambiente privado.
  • Ler celular, e-mail pessoal ou redes privadas.
  • Investigar por motivo discriminatório — origem, religião, gravidez, orientação — vedado pelo art. 10, I da Lei 13.432/2017.

Equipamento e método para investigação de funcionários

Vigilância de rotina

Horários de saída e destino durante o afastamento.

Registro em local público

Foto e vídeo datados.

Checagem documental

Profissional que assinou o atestado, registro no conselho.

Relatório trabalhista

Linguagem e estrutura pensadas para o jurídico.

Etapas de investigação de funcionários com prazo em dias

01

Conversa com RH ou sócio

datas do afastamento e indício concreto.

mesmo dia

02

Contrato

03

Campo nos dias definidos

04

Relatório

Como é o relatório de investigação de funcionários

Todo relatório segue o art. 9º da Lei 13.432/2017: procedimentos técnicos adotados, conclusão e, se for o caso, as providências legais a tomar, com data, identificação e assinatura do detetive. Na investigação de funcionários ele traz os dias e horários observados, os locais, os registros fotográficos e a descrição objetiva da atividade — "entrou às 8h10 no estabelecimento X e saiu às 17h40 usando uniforme da empresa" —, sem adjetivos e sem conclusão jurídica. A conclusão sobre justa causa é do jurídico da empresa.

Esse formato existe para resistir ao contraditório: na Justiça do Trabalho, o relatório pode ser examinado pelo advogado do funcionário, e fatos datados e registrados em local público são o que se sustenta.

Quanto custa investigar um funcionário no DF

EscopoFaixa de referência
Verificação de afastamento (poucos dias)R$ 2.000 – 3.200
Absenteísmo ou dupla jornada com vários diasR$ 3.200 – 5.000

Valores de referência de mercado (2025–2026). Não são orçamento.

O que faz o preço subir ou cair: número de dias de observação, se o funcionário mora no DF ou no entorno e se é preciso identificar a empresa onde ele estaria trabalhando.

Perguntas frequentes sobre investigação de funcionários no DF

Posso demitir por justa causa quem apresentou atestado falso?

Atestado falso é ato de improbidade, previsto na CLT, art. 482, a, e pode justificar justa causa. Como a empresa precisa provar a falta se o funcionário contestar, a prova tem que ser legal e bem documentada — é o que o relatório faz.

Funcionário afastado pode sair de casa?

Pode, dependendo do motivo do afastamento. Ir ao mercado não prova nada; trabalhar em outra empresa no horário do afastamento ou fazer atividade incompatível com a limitação alegada, sim. O relatório registra o fato e o jurídico avalia.

O funcionário vai saber que foi investigado?

Não pela nossa parte (art. 10 da Lei 13.432/2017). Se a empresa usar o relatório num processo, ele passa a fazer parte dos autos.

Vocês investigam funcionário doméstico?

Sim, com as regras da LC 150/2015. Veja investigação de babá e cuidador.

A investigação pode virar processo contra a empresa?

Pode, se feita de forma ilegal ou discriminatória. Por isso o escopo é definido por escrito, só em local público e com base em indício concreto, e o relatório passa pelo jurídico antes de qualquer decisão.

Vocês investigam funcionário em home office?

Investigamos o que acontece em local público nos horários de trabalho, como prestação de serviço para outra empresa. Monitoramento do equipamento da empresa é assunto de TI com política interna, e orientamos o seu jurídico sobre isso.

Posso investigar funcionário em período de experiência?

Pode, com o mesmo cuidado: indício concreto, escopo por escrito e observação só em local público. No período de experiência a empresa tem mais liberdade para desligar, mas justa causa continua exigindo prova.

Vale para servidor terceirizado em órgão público?

Vale para a empresa terceirizada que é empregadora do funcionário. A relação com o órgão contratante segue as regras do contrato de terceirização.

Vocês atendem pequenas empresas e comércio?

Atendemos. No comércio de Taguatinga, Águas Claras e Guará, um afastamento indevido ou um desvio de caixa pesa proporcionalmente mais do que numa grande empresa, e a verificação pontual cabe no orçamento.

Onde atendemos investigação de funcionários: Brasília e entorno

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