
INVESTIGAÇÃO CORPORATIVA
Investigação de Funcionários no DF | Atestado Falso e Dupla Jornada
A Detetive Particular DF investiga funcionários no Distrito Federal quando a empresa tem motivo para desconfiar do afastamento, da jornada ou da lealdade de alguém: o atestado de repouso de quem aparece na academia, a licença de quem trabalha em outro lugar no mesmo horário, o vendedor que atende cliente seu por conta própria. O relatório registra fatos em local público e dá ao RH e ao jurídico base para decidir.
O que é investigação de funcionários e quando contratar no DF
A maior parte dos afastamentos é legítima, e a investigação só faz sentido quando existe um indício concreto: o funcionário foi visto trabalhando em outro lugar, o atestado tem inconsistência, o padrão de faltas coincide com eventos pessoais, um cliente contou que foi atendido pelo seu vendedor em nome de outra empresa.
A investigação confirma ou descarta a suspeita. Se confirmar, a CLT, art. 482 prevê justa causa para ato de improbidade (alínea a), negociação habitual por conta própria em concorrência com o empregador (alínea c) e desídia (alínea e). Usar atestado médico falso é, além de falta grave, uso de documento falso (Código Penal, art. 304). Se descartar, a empresa evita uma demissão injusta e uma ação trabalhista.
Situações comuns de investigação de funcionários no DF
Atestado de repouso e academia todo dia. O funcionário apresenta atestados longos e é visto, por colegas, treinando ou em outra atividade incompatível. A observação em local público nos horários do afastamento confirma ou descarta.
Licença e trabalho em outra empresa. No comércio de Taguatinga e de Águas Claras, não é raro o funcionário afastado aparecer trabalhando em loja concorrente. O registro com data e hora mostra a dupla jornada.
Técnico que atende cliente por fora. O técnico de campo passa a atender clientes da empresa por conta própria, cobrando mais barato — a hipótese de negociação habitual em concorrência, da CLT, art. 482, c.
O que levar para a primeira conversa
Datas do afastamento e cópia do atestado, endereço e horário de trabalho, o indício concreto que gerou a suspeita e, se houver, o nome da empresa onde o funcionário estaria trabalhando.

Tipos de investigação de funcionários que atendemos no DF
Atestado médico falso ou incompatível
CP art. 304 · CLT art. 482, a
Dupla jornada durante afastamento
rotina · local de trabalho
Concorrência com o empregador
CLT art. 482, c
Absenteísmo e desídia
faltas e saídas fora do padrão
CLT art. 482, e
Erros que comprometem a investigação de funcionários
- Investigar sem indício concreto. Vigiar todo mundo "por precaução" pode ser visto como abuso e gera passivo trabalhista.
- Demitir antes do relatório. Justa causa sem prova vira reversão na Justiça do Trabalho, com verbas e, às vezes, indenização.
- Comentar com a equipe. O funcionário muda a rotina e o afastamento passa a ser cumprido à risca só durante a investigação.
Investigação de funcionários dentro da lei: CLT, intimidade e Lei 13.432/2017
O que fazemos
- Observação em via pública e locais abertos ao público, nos horários do afastamento ou da jornada.
- Registro com data, hora e local.
- Verificação de formalidades do atestado com fontes públicas (registro do profissional no conselho).
- Relatório para RH e jurídico.
O que não fazemos
- Seguir o funcionário em consulta médica, dentro de casa ou em ambiente privado.
- Ler celular, e-mail pessoal ou redes privadas.
- Investigar por motivo discriminatório — origem, religião, gravidez, orientação — vedado pelo art. 10, I da Lei 13.432/2017.
Equipamento e método para investigação de funcionários
Vigilância de rotina
Horários de saída e destino durante o afastamento.
Registro em local público
Foto e vídeo datados.
Checagem documental
Profissional que assinou o atestado, registro no conselho.
Relatório trabalhista
Linguagem e estrutura pensadas para o jurídico.
Etapas de investigação de funcionários com prazo em dias
Conversa com RH ou sócio
datas do afastamento e indício concreto.
Contrato
Campo nos dias definidos
Relatório
Como é o relatório de investigação de funcionários
Todo relatório segue o art. 9º da Lei 13.432/2017: procedimentos técnicos adotados, conclusão e, se for o caso, as providências legais a tomar, com data, identificação e assinatura do detetive. Na investigação de funcionários ele traz os dias e horários observados, os locais, os registros fotográficos e a descrição objetiva da atividade — "entrou às 8h10 no estabelecimento X e saiu às 17h40 usando uniforme da empresa" —, sem adjetivos e sem conclusão jurídica. A conclusão sobre justa causa é do jurídico da empresa.
Esse formato existe para resistir ao contraditório: na Justiça do Trabalho, o relatório pode ser examinado pelo advogado do funcionário, e fatos datados e registrados em local público são o que se sustenta.
Quanto custa investigar um funcionário no DF
| Escopo | Faixa de referência |
|---|---|
| Verificação de afastamento (poucos dias) | R$ 2.000 – 3.200 |
| Absenteísmo ou dupla jornada com vários dias | R$ 3.200 – 5.000 |
Valores de referência de mercado (2025–2026). Não são orçamento.
O que faz o preço subir ou cair: número de dias de observação, se o funcionário mora no DF ou no entorno e se é preciso identificar a empresa onde ele estaria trabalhando.
Perguntas frequentes sobre investigação de funcionários no DF
Posso demitir por justa causa quem apresentou atestado falso?
Atestado falso é ato de improbidade, previsto na CLT, art. 482, a, e pode justificar justa causa. Como a empresa precisa provar a falta se o funcionário contestar, a prova tem que ser legal e bem documentada — é o que o relatório faz.
Funcionário afastado pode sair de casa?
Pode, dependendo do motivo do afastamento. Ir ao mercado não prova nada; trabalhar em outra empresa no horário do afastamento ou fazer atividade incompatível com a limitação alegada, sim. O relatório registra o fato e o jurídico avalia.
O funcionário vai saber que foi investigado?
Não pela nossa parte (art. 10 da Lei 13.432/2017). Se a empresa usar o relatório num processo, ele passa a fazer parte dos autos.
Vocês investigam funcionário doméstico?
Sim, com as regras da LC 150/2015. Veja investigação de babá e cuidador.
A investigação pode virar processo contra a empresa?
Pode, se feita de forma ilegal ou discriminatória. Por isso o escopo é definido por escrito, só em local público e com base em indício concreto, e o relatório passa pelo jurídico antes de qualquer decisão.
Vocês investigam funcionário em home office?
Investigamos o que acontece em local público nos horários de trabalho, como prestação de serviço para outra empresa. Monitoramento do equipamento da empresa é assunto de TI com política interna, e orientamos o seu jurídico sobre isso.
Posso investigar funcionário em período de experiência?
Pode, com o mesmo cuidado: indício concreto, escopo por escrito e observação só em local público. No período de experiência a empresa tem mais liberdade para desligar, mas justa causa continua exigindo prova.
Vale para servidor terceirizado em órgão público?
Vale para a empresa terceirizada que é empregadora do funcionário. A relação com o órgão contratante segue as regras do contrato de terceirização.
Vocês atendem pequenas empresas e comércio?
Atendemos. No comércio de Taguatinga, Águas Claras e Guará, um afastamento indevido ou um desvio de caixa pesa proporcionalmente mais do que numa grande empresa, e a verificação pontual cabe no orçamento.
Onde atendemos investigação de funcionários: Brasília e entorno
Atendimento sigiloso
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Conte o caso em poucas linhas. O formulário monta a mensagem e abre o WhatsApp — nada é enviado por e-mail e você não precisa se identificar até decidir contratar.
